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“A Justiça deve atuar com humanidade”, diz o desembargador Roberto Bacellar no III Seminário Tocantinense de Justiça Restaurativa

Abrindo o último dia do III Seminário Tocantinense de Justiça Restaurativa e II Encontro de Facilitadores Restaurativos, o desembargador do Tribunal de Justiça do  Paraná (TJPR), Roberto Portugal Bacellar, abordou o tema “Prevenção na Resolução de Conflitos” na primeira palestra da manhã desta sexta-feira (18/10), no auditório da Escola Superior de Magistratura Tocantinense (Esmat). O magistrado destacou que é falando e ouvindo que todos podem consolidar um mundo social melhor. E, ao trazer ensinamentos sobre a cultura “Ubuntu: Eu sou porque nós somos”, destacou a importância da construção em conjunto do conceito de comunidade. "Mais importante que punir é fazer com que todos compreendam os processos e suas responsabilidades. Há anos estamos brincando de fazer Justiça, mas não há resultado. A solução está cada vez mais distante, pois retiramos a humanidade da Justiça. A solução é coletiva e, juntos, passo a passo, longe da eficiência e sim um trabalho de efetivação e, portanto, durável". O desembargador ressaltou ser necessário que o conflito não se perca no emaranhado de desorganização e desinformação do Estado. As pessoas precisam de informações para seguir suas vidas e pôr em prática a devida responsabilidade o respeito. "O juiz não julga pessoas, mas fatos. A pessoa não é o crime que cometeu, ela é um ser humano. Há situações que temos que ouvir às pessoas e buscar soluções.” Programação A mesa foi aberta pela juíza Silvana Parfienunk, que mencionou ser uma honra participar e partilhar de mais um evento com seu renomado conterrâneo, o desembargador Roberto Barcellar, e que espera que todo o conhecimento repassado seja posto a posteriori em prática pelos participantes. "É singular a forma de abordar as coisas. São reflexões que devemos levar para atuar com um olhar mais humanizado. E podemos ser multiplicadores deste conhecimento", disse a magistrada e coordenadora do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania da Comarca da Capital (Cejusc). E pela participação como palestrante e presidente de mesa, ambos receberam o certificado da Esmat. E o público pode apreender temas relacionados à resolução de conflitos por meio de uma Justiça Restaurativa mais atuante nas políticas de segurança pública e também na educação. Texto: Natália Rezende / Fotos: Hodirley Canguçu Comunicação TJTO  
18/10/2019 (00:00)
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