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CGJUS apresenta resultados do projeto de mapeamento psicossocial

Buscando a melhoria da qualidade de vida e de trabalho no Judiciário tocantinense, por meio do projeto “Mapeamento dos Riscos Psicossociais no Trabalho e Saúde Mental”, a Corregedoria Geral da Justiça (CGJUS) realizou, nesta sexta-feira (14/12), no Fórum de Palmas, uma cerimônia para apresentação dos principais resultados da pesquisa realizada no mês de setembro. O mapeamento é fruto do projeto Corregedoria Cidadã e visou avaliar a saúde mental de servidores e magistrados que trabalham no Fórum de Palmas. A pesquisa contou com 187 participantes e avaliou aspectos ligados à satisfação com o trabalho e às relações interpessoais no ambiente laboral. De acordo com os resultados, o Fórum de Palmas tem um índice muito bom de satisfação entre os servidores e magistrados, apresentando poucas pontualidades destoantes neste cenário. Conforme ressaltou o corregedor-geral da Justiça, desembargador Helvécio de Brito Maia Neto, durante a solenidade, os dados vão contribuir para o aprimoramento das ações relacionadas à saúde de servidores e magistrados. “Precisamos conhecer o ambiente para assim podermos tomar decisões acertadas. Graças a esse tipo de trabalho temos a informação necessária para corrigirmos eventuais problemas, pensando sempre na saúde mental das pessoas. Para isso, apostamos na adaptação do trabalho de forma a atender as singularidades”, pontuou. Para a diretora do Fórum de Palmas, juíza Flávia Afini Bovo, a importância de se pensar no fator humano é crucial para o desenvolvimento do trabalho público. “De forma geral, quando pensamos em qualidade no trabalho, nos lembramos de modernização, boas condições físicas e organização técnica; porém, é preciso ir além e construir também uma cultura na qual os sentimentos e frustrações das pessoas sejam compreendidas. Isso melhora a qualidade de vida dos servidores e reflete na qualidade de atendimento ao público”, disse. Avaliação Os resultados foram expostos pela psicóloga Lilian Ghizoni, responsável pela aplicação do protocolo de Avaliação dos Riscos Psicossociais no Trabalho (PROART). Para ela, o trabalho, na contemporaneidade, é causa de inúmeros problemas psicossociais e estudos como o realizado pelo Judiciário podem contribuir para melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores. “Passar várias horas por dia em um ambiente que não nos agrada pode provocar inúmeras frustrações, por isso é importante que saibamos em que a instituição está acertando e errando nesse aspecto. Só assim se pode corrigir falhas e reforçar os pontos positivos”, explicou. Francisca Fábia Ribeiro de Sena é servidora do Fórum há quase 30 anos e aprovou a iniciativa. Para ela, que já se aproxima da aposentadoria, o mapeamento deve ser realizado progressivamente. “Eu particularmente avaliei a instituição muito bem, pois é como eu me sinto. Contudo, problemas pontuais podem acontecer com um colega ou outro e saber no que podemos contribuir para que isso se resolva é muito bom”, comentou. Palestra O evento ainda contou com a palestra “Riscos Psicossociais e Saúde Mental no Trabalho”, ministrada pelo professor, doutor em psicologia, José Roberto Heloani, que trouxe uma visão mais geral sobre o assunto, com exemplos em persos contextos. “Vivemos em uma época de super exposição. É preciso que tenhamos autoconhecimento para lidar de forma saudável com as adversidades”. Texto: Davino Lima / Foto: Marcos Carneiro Comunicação TJTO
14/12/2018 (00:00)
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