Vamos Brincar de Indígenas vira ação solidária do CEI na Escola Municipal Daniel Batista

“É uma grande satisfação poder mais uma vez contribuir com um projeto tão relevante na vida de tantas crianças a partir da construção de brinquedos confeccionados e doados por outras crianças a partir de um tema tão especial como está sendo o Ano Internacional das Línguas Indígenas”, afirmou a coordenadora do Centro de Educação Infantil do TJTO (CEI), Luciana Carvalho, ao entregar nesta última sexta-feira (27/11), na Escola de Tempo Integral Daniel Batista de Palmas, brinquedos indígenas confeccionados pelos alunos do CEI. A entrega é resultado do projeto “Estudar é o meu maior tesouro”, realizado desde 2012 na escola municipal. Durante o ano de 2019, a turma do maternal II-A participou do projeto “Vamos brincar de indígenas” e, no período de 25 a 27 de novembro, construiu, com a ajuda da professora e estagiária da turma, brinquedos indígenas com o objetivo de doar para a escola municipal. A partir do tema, definido através da Rede Pea Unesco, “Ano internacional das Línguas Indígenas”, foram doados não só brinquedos já utilizados pelas crianças do maternal II/A, mas também os produzidos pelos alunos, como petecas, peões, caxixis, kabuletês e bilboquês, construídos de garrafa pet. Este é o 4º ano que o CEI contribui com o projeto do ETI Daniel Batista. “Acredito que os pilares da Rede foram realçados, Cultura da Paz, Sustentabilidade, Direitos Humanos e Educar para Cidadania Global através da parceria das duas escolas, CEI Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins e da Escola Municipal Daniel”, ressaltou Luciana. O projeto O projeto “Estudar é o meu maior tesouro” idealizado pela orientadora educacional da Escola Municipal Daniel Batista, Scheilla Resende, e que conta com o apoio do CEI Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, tem como objetivo melhorar o ensino e aprendizagem: trabalhar a conscientização dos alunos e seu papel social na escola, motivá-los para a necessidade do estudo, desenvolver a autoconfiança das crianças e a consciência de sua capacidade de estudar sozinho, além de envolver a família na construção do processo de aprendizagem.   Texto: Júlia Fernandes Comunicação TJTO
02/12/2019 (00:00)
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